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Veia basílica !

A veia basílica sobe sob a pele pelo lado interno do braço; é usada para cateteres venosos longos (PICC) e acesso de diálise.

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O que é

Uma veia superficial na face interna do braço que se aprofunda no meio do caminho; usada para cateteres PICC e deslocada para construir fístulas de diálise.

O que faz

Drena a pele do braço; usada para cateteres venosos longos (PICC) e acesso para diálise.

Relações

Trajeto
Do lado ulnar da rede venosa dorsal, sobe pelas faces posterior e medial do antebraço, volta-se para a frente abaixo do cotovelo, à frente do epicôndilo medial, onde recebe a veia intermédia do cotovelo, e depois sobe pelo sulco bicipital medial
Profundo
No braço, já sob a fáscia: a artéria braquial, as veias braquiais e o nervo mediano
Superficial
No cotovelo, ramos do nervo cutâneo medial do antebraço cruzam à sua frente ou atrás dela

Como localizar

Com um garrote, é vista na face medial do antebraço e do cotovelo. No braço, fica sob a fáscia e é encontrada na ultrassonografia como veia compressível medial à artéria braquial.

Nos exames de imagem

A ultrassonografia a acompanha pelas faces mediais do antebraço e do braço até perfurar a fáscia profunda no meio do braço e unir-se às veias braquiais para formar a veia axilar. É mapeada antes de uma fístula braquiobasílica, que exige deslocar a veia para a superfície porque ela é profunda, e é a veia habitual para inserção de PICC guiada por ultrassonografia. O Doppler mostra trombose, muitas vezes em torno de um cateter.

Correlação clínica

  • A punção venosa na face medial do cotovelo fica perto de ramos do nervo cutâneo medial do antebraço e, mais profundamente, da artéria braquial e do nervo mediano
  • Transposição da veia basílica: para diálise, ela é liberada e trazida à superfície para poder ser puncionada, porque seu trajeto natural é profundo demais
  • A tromboflebite superficial após um cateter aparece como um cordão doloroso ao longo da face medial do antebraço

Variantes anatômicas

  • Suas tributárias no antebraço e sua ligação com a veia intermédia do cotovelo variam muito; pode unir-se às veias braquiais acima ou abaixo do meio do braço

Desenvolvimento

Vem da veia da borda pós-axial (do lado do dedo mínimo) do broto do membro, que continua proximalmente na veia axilar; por isso a basílica, e não a cefálica, leva diretamente à drenagem axilar profunda.

Teste seus conhecimentos

Pense na resposta e toque na pergunta para vê-la.

Onde a veia basílica perfura a fáscia profunda, e qual nervo emerge perto dali?

Perto do meio do braço, próximo do ponto em que emerge o nervo cutâneo medial do antebraço.

Por que a veia basílica é transposta para acesso de diálise?

Seu trajeto natural é profundo demais para a punção, por isso ela é liberada e trazida à superfície.

Por que as punções da veia basílica no braço são feitas guiadas por ultrassonografia?

Acima do cotovelo, ela fica perto da artéria braquial e do nervo mediano.

Informação educativa, não é aconselhamento médico. Diante de um sintoma, consulte um profissional de saúde.

Seus nomes

Latim oficial (TA2)
vena basilica TA2 4979
Espanhol oficial (DeCS)
Vena basílica
Inglês (TA2)
Basilic vein

Relacionado

Fontes: Terminologia Anatomica (TA2); Anatomy, Shoulder and Upper Limb, Elbow Cubital Fossa; Anatomy, Shoulder and Upper Limb, Veins.

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Modelo representativo, apenas para fins educativos.

Veia basílica destacado no modelo 3D da Durgical